shutterstock_773131534+(1).jpg

além da joia

Nossas joias são produzidas buscando utilizar da melhor forma possível os recursos da natureza. Acreditamos na economia circular, em uma moda ética e sustentável, onde o que uma vez foi considerado lixo pode ser transformado em preciosidade.


“Convidamos a olhar o luxo de uma forma diferente. Acreditamos que a joia se torna ainda mais bela quando ela, além de ter passado de geração a geração, também contribui para as próximas gerações”, diz Kika.

metal de reuso

Utilizando apenas metal de reuso, vindo de inúmeras fontes (lixo eletrônico, indústria automobilística,  joias antigas...), o material trabalhado pela marca possui o certificado internacional LBMA, que garante a qualidade de sua procedência ética e atesta não ser material de conflito – sem lavagem de dinheiro e abuso de direitos humanos.

 

Além disso, a marca Olsen K também incentiva os clientes a reciclarem suas joias antigas, recuperando o metal usado e dando a possibilidade de adquirirem novas joias no lugar daquelas que ficavam paradas nas gavetas.

Os metais adquiridos passam por um cauteloso processo de purificação para garantir o teor do metal.

Todas as nossas joias são produzidas com ouro 18k ou prata 950.

celuk-gold-silversmiths.jpg

"laskas"

Untitled111.png

Ao longo dos anos, as marcas de luxo sempre valorizaram muito as pedras cristalinas e opacas, consideradas “perfeitas”, e isso acabou condicionando o mercado e toda uma cadeia produtiva a deixarem de usar um volume muito grande de matéria-prima apenas por conta de suas inclusões. Para nós, essas pequenas imperfeições são elementos constitutivos da beleza dessas gemas, uma vez que elas remetem a uma grande narrativa sobre seus processos de formação – e do planeta.

Criamos o nome “Laskas” para denominar estas “sobras”, que, além de procurar honrar essa grande história da natureza, é uma maneira de construir e reforçar um ciclo de produção mais responsável. Relapidamos aquilo que não era usado e criamos formas novas, fazendo com que essas pedras possam continuar espalhando sua sabedoria e beleza ao mundo, mas também gerando mais uma fonte de renda para o lapidário e todos os envolvidos na cadeia produtiva. Mais do que um ganha-ganha, é uma tentativa de alcançar um ciclo mais afetivo e respeitoso com o planeta.